as vezes as flores caem. caem e levam com elas o seu perfume, os sorrisos e as palavras. e nós nem passamos tanto tempo assim as cheirando e as tocando. mas não são quaiquer flores. são flô que se cheire, que se quer bem. as vezes uma flor cai e a gente fica em dúvida se devia pedir desculpas ou agradecer pelo perfume. será que ele passou desapercebido? será que a gente podia ter lhe rendido mais olhares? será? as vezes uma flor cai e espalha o seu pólem, como um músico que espalha a sua poesia. (fica aqui a lembrança de uma flor. De seus sorrisos. e de suas palavras: e não é qualquer flô, não...)
Escrito por nasha às 00h36
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